...Despontam vivendas pobres; algumas desertas pela retiradas dos vaqueiros que a seca espavoriu...


EUCLIDES DA CUNHA
TRECHO DO ROMANCE OS SERTÕES

Os estudos na área de Climatologia contribuem, de forma cada vez mais intensa, no entendimento das relações dos eventos climáticos com a sociedade.


MARCOS ALEXANDRE MILANESI E EMERSON GALVANI
IN CLIMATOLOGIA APLICADA: RESGATE AOS ESTUDOS DE CASO (2012)

Mandacaru Quando fulora na seca É o sinal que a chuva chega No sertão


ZÉ DANTAS E LUIZ GONZAGA
O XOTE DAS MENINAS

Quando o juazeiro flora, em novembro, é sinal de inverno tardio.


JOSÉ ERASMO BARREIRA
SERTANEJO DE 67 ANOS DE QUIXADÁ
PROFETA DO CLIMA

...para o geógrafo, considerar o clima como sendo resultado de uma média é transformá-lo em uma generalização.


ERCÍLIA TORRES STEINKE
CLIMATOLOGIA FÁCIL (2012)

Não é possível qualquer explicação do clima sem a associação dos vários fatores determinantes e que se conjugam.


MARIA JOSÉ ARAGÃO
HISTÓRIA DO CLIMA (2009)

Ao longo dos séculos, os observadores do céu, como agricultores, pastores e navegantes, acumularam conhecimentos práticos que permitiram compreender melhor as mudanças do tempo.


PROJETO BRASILEIRO PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA: O TEMPO E O CLIMA (1980)

...olha vai chover, depois vai fazer frio, os paturis estão passando. Não esquece de levar blusa!


DONA HELENA
CONHECIMENTO POPULAR...CARINHO DE MÃE

...podemos extrair vários pontos de relevância na abordagem geográfica do clima.


CARLOS AUGUSTO DE FIGUEIREDO MONTEIRO
O ESTUDO GEOGRÁFICO DO CLIMA (1999)

...devemos prosseguir em atividade, trabalhando com os meios ao nosso alcance pois há uma tarefa enorme a realizar, cujas perspectivas são ilimitadas, sobretudo nas latitudes tropicais onde tanto está ainda por investigar no domínio atmosférico.


JOSÉ BUENO CONTI
CIRCULAÇÃO SECUNDÁRIA E EFEITO OROGRÁFICO NA GÊNESE DAS CHUVAS NA REGIÃO LESNORDESTE PAULISTA (1973)

Oscilação Madden-Julian - Palestra online (IAG-USP)

O Departamento de Ciências Atmosféricas - IAG / USP apresenta a palestra online sobre a Oscilação Madden-Julian, com o Prof. Dr. Pedro Dias.



Data: Quinta-feira, dia 19 de novembro de 2020, às 18h00 (horário de Brasília).



Link do canal do YouTube do Departamento de Ciências Atmosféricas: https://www.youtube.com/c/DepartamentodeCiênciasAtmosféricasIAGUSP/live



Link para a transmissão: https://youtu.be/rfKpgGVXUAc



Resumo: A variabilidade intrasazonal (VI) da atmosfera (período da ordem de 20 a 70 dias) tem atraído a atenção dos meteorologistas há décadas e muitos respostas sobre sua origem e previsibilidade permanecem evasivas. A oscilação de Madden-Julian (MJO) é parte da variabilidade intrasazonal e se refere essencialmente ao fenômeno concentrado na região equatorial. Entretanto, através de mecanismos de teleconexão atmosférica, os efeitos são percebidos em latitudes subtropicais e medias. Na realidade, há uma multiplicidade de mecanismos que produzem VI: é um fantástico exemplo de fenômeno multiescala (espaço e tempo) na atmosfera, multifísica (interações entre componentes do sistema climático Terrestre). Vamos acompanhar a evolução histórica dos conceitos fundamentais sobre a variabilidade intrasazonal e abordar algumas das principais perguntas científicas sobre o que fazer para aprimorar a previsibildade atmosférica na escala S2S (subseasonal to seasonal).



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